domingo, 22 de setembro de 2013

Rascunho nº 16



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      É como um lindo nascer do sol a cada manhã. É como se tudo fosse acabar, e restaria apenas você. E o sol, brilhante como nunca visto antes. Mas, o que fazer quando esses (dias de sol radiantes) ofuscam e deixam à vista a escuridão da solidão, fria e nebulosa, como nos dias de inverno?
      Vamos deixar que ela tome conta de nós, pois, por mais doloroso que seja, é assim que vamos crescendo, amadurecendo. Aprendemos a lidar quando nossos corações forem partidos nos deixando sem chão, nos deixando sem rumo, nos deixando. Apenas, deixando.
      Quem disse que seria fácil? Se você acreditou nessa triste ilusão, me desculpe ser realista, mas esse alguém mentiu pra você. Acho que essa pessoa, ou esse alguém, te partiu em pedaços de uma maneira em que você não soube como fazer para juntá-los. De uma forma que as cicatrizes sempre vão existir, por mais que elas não sejam tão visíveis.
      Feridas, destroços, pedaços de um alguém qualquer. Não importa. O que realmente importa é se estamos seguindo em frente, afinal, o mundo continua girando. Saiba que o planeta não se limita a você, ou a nós. É uma complexidade sem explicação onde todos nós fazemos parte (querendo ou não).
      Já tentou quebrar um copo e observar o que acontece? [adicione frases e palavras clichês aqui nesse espaço]
      Muito mais do que você imagina acontece enquanto você fica aí nessa psicose se martirizando por algo tão inútil. A vida segue. E você devia seguir também.
[RECHI TEGUI FIKADIKA]



"Que o tempo vai levar, que o tempo pode te trazer, que as coisas vão mudar, que as coisas podem se mexer." (Tulipa Ruiz)
(Texto escrito pelo Bigorna no dia 20 de Setembro de 2013)

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