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Diante do frio que sinto, vejo o céu escuro e cheio de nuvens. A chuva cai tão delicadamente quando você me falando bom dia. Vou fazer café enquanto você toma banho.
Quando você chega, traz seu ar quente consigo, me fazendo ficar confortável apesar da temperatura abaixo do normal. Você me me esquenta com seu beijo doce sincero, me fazendo sentir único, especial. Não vejo a hora de você chegar pra gente assistir um filme numa tarde tão gélida.
Sinto meu coração esfriar com a sua partida, essa que faz perceber que talvez "eu não seria eu" sem você. (Isso é ridículo, mas parece tão natural falando de mim.)
Não abro mão dos meus sonhos, não abro mão dos meus planos, não abro mão de você, de nós. Logo nós, que passamos por tanta coisa. Não entendo porque isso algum dia tem que acabar. Mas que esse dia demore, muito e muito. Ainda há muito o que viver.
Segure minha mão, não a solte nunca mais. Faça-me rir com seu olhar tão singelo quanto as águas do mar. Sua pele tão macia quanto uma flor no parque. Vem, vamos comigo ao parque. Vamos descansar do mundo, vamos fazer o tempo parar. Como uma fotografia. Eu já havia me esquecido como é bom fazer o mundo parar para nós. Devíamos repetir isso todos os dias, a todo momento.
Certo dia, ao acordar, vou tomar meu café, e percebo um bilhete.
"Querido, tu sabes como é bom
parar o tempo quando estou com você.
Estou indo, mas prometo voltar.
Não me faça perguntas. Não me ligue.
Não me esqueça. Eu te amo."
(Texto escrito pelo Bigorna no dia 20 de Junho de 2014)
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