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Hoje eu
acordei diferente: decidi que nada ia acabar comigo. Nem mesmo o dia frio e
chuvoso durante a manhã nem pessoas que parecem que nasceram pra nos deixar pra
baixo. Acordei diferente, com objetivos gritando dentro de mim, com sede de
mudanças.
Pego
meu café amargo e o bebo da mesma maneira que vou beber aquilo que me mata
durante meus dias. Vou beber minha rotina chata e monótona que me deixa assim,
sem vida. Afinal, o que é uma vida que é composta somente da rotina? A rotina
é, apesar de necessária, também uma inimiga das pessoas.
Muito
clichê aquela frase que diz “você vive ou apenas sobrevive?”, mas se adequa
perfeitamente na vida de todos aqueles que não vivem. Saia de casa, vá à um
café, chame um amigo, converse, escute músicas que nunca ouviu, saia deste
mundo virtual que tanto te prende. Liberte-se!
Quando
você atravessar a rua, lembre-se que a maioria das pessoas que estarão lá está
cumprindo nada mais que uma rotina. Não seja como elas. Abrace, fale com
estranhos, dance no meio da rua, pois, assim como diz um sábio poeta,
"(...) Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve
música, quem não encontra graça em si mesmo. (...) Morre lentamente quem se
transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmo trajetos,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa
com quem não conhece. (...) Morre lentamente quem não vira a mesa quando está
infeliz com seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás
de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos
conselhos sensatos."
(Pablo Neruda)
Por
isso, pare de ler, pegue seu telefone e chame um amigo. Vá sorrir, ser feliz.
Volte pra sua casa de um jeito totalmente diferente de como saiu. Não seja mais
aquela pessoa morta (ou que morre aos poucos).
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