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Algo mudou. Não vejo mais as pessoas de sempre, não estou fazendo
repetidamente a mesma coisa todos os dias. Não, acho que tudo mudou.
Estou deitado na minha cama, me lembro dos bons momentos que
se passaram. Vejo fotos que me trazem recordações de pessoas, momentos,
lugares...
Não sei se é certo falar que gostaria que tudo acontecesse
novamente, que tudo voltasse... O mundo é feito de mudanças que ocorrem (querendo
ou não). Mudanças essas que fazemos quando damos o primeiro passo: percebemos
que devemos mudar.
O bom da fotografia é não deixar nunca que tal dia seja
perdido em meio a mudanças. Provavelmente, elas serão as únicas que vão ficar.
Afinal, nós teremos um fim, algum dia. E o que restará da nossa história? Um
alguém qualquer?
Que esses dias não fiquem monótonos e chatos, mas que, a cada
dia, eles sejam uma novidade em nossa vida. E então, fotografe.
“A fotografia é a
poesia da imobilidade: é através da fotografia que os instantes deixam-se ver
tal como são.” (Peter Urmenyi)
(Texto escrito pelo Bigorna no dia 19 de Junho de 2014)
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